segunda-feira, 28 de maio de 2007
Eternidade
Esse é mais um capítulo que eu trato da história do saudoso Zé, mas diferente das outras, esse dito bastante cômico em certas partes, ficou bastante marcado, pois me lembrei dele por umas duas semanas sem parar, hoje eu vivo sempre pensando o que ele quis dizer com aquilo. Bom, eram 7hras da manhã, de um domingo, nada como um bom peixe grelhado após uma madrugada embriagada, tudo estava normal, mas algo havia alterado Zé, não sei retratar bem o que era, mas estava em um copo, inclusive havia gelo nesse copo, bom, mas depois de tudo isso, Zé soltou uma voz toda em estardalhaços dizendo a pequena frase ''Vamo pra raaavee'', sim, foi bastante inusitado a sua fala, mas após muito tempo pensando, agente acaba por entender a sua situação procompólica (palavras de Saraiva), então vemos que tudo isso se define em fazermos da vida, uma eterna madrugada embriagada sem fim, tudo aquilo deveria ser eterno, sim, eterno, quer dizer pra sempre, sendo pra sempre, nunca ia acabar. Assim, digo que suas palavras, por mais simples que sejam, são eternas como essa sua observação, são de uma qualidade voraz e forte.
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