quinta-feira, 31 de maio de 2007

Agora e Para Sempre

Zé nunca foi um homem, de juntar dinheiro para comprar alguma coisa, ele sempre observou tudo da maneira mais clara e simples, sim ele sempre foi um gênio, sempre quis viver feliz, satisfeito e sem preocupações, nunca se importou com o pensamento alheio, e nem com a inveja, era uma pessoa de muito caráter. A ganância para ele, era algo totalmente errado assim como a inveja e a infelicidade, ele precisava dos bons momentos da vida, nunca reservou nada para ter outro dia, ele sempre vivia o agora, o presente, aquilo que ele sempre quis foi se divertir enquanto pudesse, evitando todas as coisas que destruíssem isso. Certa vez estávamos em um bar, sim um pequeno bar, tomando umas bebidas quentes e fortes, e ele me disse com a mais clara e sincera voz ''dinheiro traz mais dinheiro, e com o dinheiro vem a dor de cabeça cara, vem infelicidade, inveja, ganancia, eu prefiro muito mais viver os bons momentos que o pouco dinhero pode pagar,do que transformar pouco dinhero em muito dinheiro. Eu sempre admirei zé, por essa sua grande humildade, ele tinha os olhos sempre muito próximos, eles estavam centrados naquele momento, precisava viver agora, não seria trágico, ele precisava que aquele fosse o melhor momento enquanto estivesse vivendo, eu o seguia sempre, tinha a cabeça sempre atada às suas idéias, e vivia para aquilo, o fato interessante de ser amigo de uma grande pessoa assim, é que não haveria momento em que eu iria ficar entediado, ou desanimado, pois precisávamos do melhor momento naquela hora, com a loucura e insanidade que fosse, mas iríamos percebendo que a vida nos proporciona tudo que precisamos, e assim, fazemos tudo que devemos, mas para Zé, aquilo tudo era divertido, era proveitoso e com o melhor rendimento possível, admiro Zé por essa sua grande humildade, e sinceridade para com sua vida, sim Zé seria uma das pessoas mais inteligentes que haveria no mundo, ele sabia que tudo deveria ser aproveitado ali, agora, sem medo de cair pra frente, pois se caírmos, podemos levantar, e continuar.

terça-feira, 29 de maio de 2007

Compreensão

Vários motivos me levaram a escrever as história do Mestre Zé, mas um, é o principal, um motivo que eu com certeza carrego comigo em todos os lugares, que é o motivo de compreensão da grande pessoa que foi esse homem. Ele era bastante quieto, mas algo também o libertava, ele era um grande companheiro, independente do que acontecesse, ele me acomapanhava, mesmo que fosse até as árvores planas, onde haviam lobos famintos, onde íamos para caçar tamanduás. Depois de muito tempo de amizade, e admiração, bom, ele disse ''Você me entende não é?'', aquilo marcou, pois eu sabia que o mestre estava certo, e se eu o entendia, podia entender o poder da vida, e tudo que existe, sim, eu teria o poder de desvendar todos os mistérios que quisesse, pois querendo ou não, e involuntariamente, Zé sabia de tudo, mesmo não sabendo de nada e fazendo tudo pela sua cabeça achando que estava errado, ele estava sempre certo, precisava apenas ser desvendado, agora, ele teria um tradutor, e ele sabia, que podia contar comigo sempre, e estava ali, pra sempre, para contar com seu apoio, e ele com a minha vontade de faze-lo entender sua vida. Depois disso, nos tornamos um o livro do outro, onde procurávamos entender o mundo, e seus mistérios, onde todoa filosofia de Zé, começou a se expandir.

segunda-feira, 28 de maio de 2007

Eternidade

Esse é mais um capítulo que eu trato da história do saudoso Zé, mas diferente das outras, esse dito bastante cômico em certas partes, ficou bastante marcado, pois me lembrei dele por umas duas semanas sem parar, hoje eu vivo sempre pensando o que ele quis dizer com aquilo. Bom, eram 7hras da manhã, de um domingo, nada como um bom peixe grelhado após uma madrugada embriagada, tudo estava normal, mas algo havia alterado Zé, não sei retratar bem o que era, mas estava em um copo, inclusive havia gelo nesse copo, bom, mas depois de tudo isso, Zé soltou uma voz toda em estardalhaços dizendo a pequena frase ''Vamo pra raaavee'', sim, foi bastante inusitado a sua fala, mas após muito tempo pensando, agente acaba por entender a sua situação procompólica (palavras de Saraiva), então vemos que tudo isso se define em fazermos da vida, uma eterna madrugada embriagada sem fim, tudo aquilo deveria ser eterno, sim, eterno, quer dizer pra sempre, sendo pra sempre, nunca ia acabar. Assim, digo que suas palavras, por mais simples que sejam, são eternas como essa sua observação, são de uma qualidade voraz e forte.

domingo, 27 de maio de 2007

Sentimento

Sim, Gênios e Mestres, eles também, eles também Amam, digo isso pois Zé também teve Amores, um deles, foi uma menina, qual Zé se encantou a primera vez que a avistou, e acabou não esquecendo desse momento, parecia o momento mais lindo para ele, tudo mudou desde então, sua vida se centrou Nela. Um tempo depois, eu acabo dizendo do sentimento de Zé para ela, e Zé acaba indo ao encontro dela, para expressar todo aquele gigante sentimento, era um fato muito relevante, tudo era bastante delicado, e ele sentia um Amor Demais por ela, mas ela.. ah, ela era uma garota sem coração, sim, ela não possuia sentimentos, deixava Zé ao relento, ele por ventura, nunca tomou nenhuma atitude, e continuou tentando, mas ela, ela só o maltratava, e fingia que ele era um invisível. Zé, pelo menos era um mestre, e soube destruir aquilo tudo em um momento só, foi em uma beira de lago, que ele disse ''Ela é linda demais, pena que atitudes não condizem, concordemos com a seguinte, ninguém é perfeito'', sim o mais grandioso mestre não era perfeito, não podia, pois então não seria mestre, foi assim que descobrimos sua verdadeira vocação de liderar, de dizer ao mundo, a verdadeira verdade verdadeira.

quarta-feira, 23 de maio de 2007

A Era Pós-Zé

Depois de vários acontecimentos, um novo caminho na estrada, e um grande sonho, nós eu, Zé e Saraiva, fomos ao bar da esquina, comer uma típica comida irlandesa, natural da França, eram umas duas da manhã, e estavamos selecionando as tampinhas das garrafas de café para reciclarmos, quando ouvimos vários rojões, sim, era a comemoração do Ano Novo, aquilo seria letal para as palavras de zé, mas ele sim, mais uma vez solta sua frase magnífica que revolucionaria os ano novos, a sua frase foi exclama assim: ''rhuan vo nessa que amanha eh um novo dia de um novo tempo que começo desde quando eu me conheço por gente essa música já ta ultrapassada'', aquilo fez com que os corações do mundo inteiro, fosse tomado por uma emoção fora do comum, as palavras de zé fizeram com que o ano novo, parasse, e voltassemos ao ano de 1913, sim, foi incrível, nossa vida passou por diante dos nossos olhos e vimos tudo fora do comum, a melhor senssação que já se foi mantida em uma comemoração de ano novo. Passados anos, aquela frase estava na TV, sim aquela frase que a mãe de zé e sua vó cantavam para ele, agora tocavam em todos os lugares no dia desta comemoração, não era mais um Ano Novo, era sim O Ano Novo, a era em que Zé havia tomado o rumo das novas distintas formas de se comemorar. Zé ao ver aquilo ficou demasiadamente chateado, havia ouvido aquilo a vida toda, estava farto de tudo aquilo, talvez isso tivesse influenciado na decadência da sua vida, anos depois.

terça-feira, 22 de maio de 2007

Tão Jovem, Tão Morto

Mais um dia para tratarmos as grandiosas palavras de Zé, eu me lembro quando eu estava na Inglaterra, sim, era eu Zé e mais nosso precioso amigo Saraiva, ele tinha acabado de salvar-nos de uma briga contra 8 ingleses eufóricos, pois não eramos dali. Dali surgiu um grande laço fraternal, que fomos vivendo diariamente nas terras inglesas, quando após uma grande briga, Zé ataca o adversário, e o faz cair no chão, sim, nesse momento ele disse uma de suas frases mais famosas no mundo todo, 'Tão Jovem, Tão morto', aquilo me fez sentir uma senssação que jamais havia sentido, percebemos que aquilo tinha se tornado o caos, e que poderíamos de qualquer forma vencer como quiséssemos, que tudo aquilo era bastante procompolico em termos acirrados com a nossa vida. Voltamos a nossa terra, agora trazendo um grande amigo inglês, e assim formou-se mais uma maneira de aniquilarmos as mediocridades profanas do mundo forasto.

segunda-feira, 21 de maio de 2007

Zé Psicótico

Bom, hoje eu irei citar nesse depoimento, a história qual significou um bocado imenso em minha vida, sim, Zé uma vez me surpreendeu, e citou os momentos em que mascava chicletes sem parar, ele disse, com essas palavras ''cara quando eu vejo um pacote de chicletes, eu nao consigo para de come eles ate acaba,achoque sou pscotico'', era uma noite escura, estavamos sentado na beira do lago, tomando nosso humilde tereré, aquelas palavras foram bastante acolhedoras, eu nunca havia ouvido tamanho sentimento, em uma só frase. O fato é que zé não era psicótico, ele apenas estava analisando a sociedade em sim, no fato de que chicletes viciam, que aquilo era extramamente glacial, e que as pontas dos seus dedos e seus dentes, estavam dilacerados com o uso dos chicletes, sim eles eram malfeitores em nossa história, haviam dominado Zé, ele agora tinha decidido que usaria das suas maneiras linguisticasa para acabar com o uso psicótico, sim, Zé se decidiu aquela hora, ele levantou e ergueu a voz, nunca havia visto tamanha decisão em uma só pessoa. Foi mais um momento em que me orgulhei de ter participado da vida desse grandioso homem, de poder narrar toda uma história de vida, qual eu sigo hoje.

domingo, 20 de maio de 2007

Zé, o Grande

Após vários estudos sobre a vida de Zé, o Grande, foi criado o blog que tratará a vida de zé e seus caminhos latinfundiários no modo de vida coloquial da palavra. Sim, eu passei minha juventude com este grande ser, e me lembro até hoje de suas palavras, pensamentos e ideologias, sobre as quais hoje eu vivo.

Tão Jovem, Tão Morto.