segunda-feira, 16 de julho de 2007
A Realidade Por Entre a Vida
Eu sempre tive sorte de ter Zé como amigo, sempre mesmo, e mais ainda em ter sua compania nas horas em que procurava me embriagar nos bares das pequenas cidades por qual passávamos em nossa longa jornada, pois isso, acarretou em uma observação muito circunstânciosa. Eram às 3:00am algumas mulheres no bar, alguns indivíduos mal encarados, eu e Zé, sim éramos os únicos normais ali, era o que pensávamos, pois ainda não estávamos bêbados, mas Zé, percebeu que nós quem não estávamos normais, e sim todos estavam sóbrios e nós bêbados, sentado ele disse ''acho que estamos sempre bêbados e quando bebemos ficamos sóbrios'', eu fiquei a pensar na situação, e conclui que era um fato de tamanha razão, que precisávamos beber para estarmos conscientes de quem somos e a pessoa que vamos nos formar, precisamos beber para Viver. Sim, parece algo de tamanha estranheza, claro, pois é estranho, mas o fato é que é pura realidade e nós estamos totalmente bêbados sem que tenhamos ingerido álcool ao momento.
domingo, 17 de junho de 2007
A Carta do Camelo
Lembro-me dos camelos, quais Zé, o grande, tinha de estimção, eram dois, Arvin e Meritor, garanto que ele nunca soube qual era macho e qual era fêmea, ele os tratava igualmente, sem restrição nenhuma, e tinha um amor imenso por seus camelos, mesmo quando eles fugiam e ele saia correndoi atrás deles, mesmo quando eles se prendiam no curral em qual ficavam, mesmo quando não queriam nem comer.. citando comda, houve a vez em que zé acertou um pedaço de pão na cabeça de um de seus camelos com a intenção de alimenta-los, garanto que ele nunca soube também se ele havia acertado em Arvin ou em Meritor, bom mas de qualquer forma acertou, e o fez ficar triste por um longo tempo, pois ele havia percebido que o camelo nunca mais foi o mesmo, mas viu-se que o camelo havia mudado por causa do comportamento de Zé, o camelo sentiu que Zé sentiu-se extremamente culpado e queria o verdadeiro Zé de volta, queria tê-lo como verdadeiro dono. Em um dia de chuva, Zé percebeu que os camelos nao estavam mais lá, ele apenas viu uma carta deixada no meio do curral, e saiu correndo para lê-la, sim.. era a carta deixada pelo camelo, dizendo que só voltaria em tempo que Zé mudasse, com certeza Zé sabia para onde ele havia ido, mas preferiu deixa-lo ser feliz, e deixa-lo identificar sua sexualidade, já que Zé mesmo não sabia, assim, Zé se sentiu mais aliviado, e foi quando se desapegou das coisas materiais, querendo sempre passar afeto a todas as pessoas e animais, sendo estes camelos, seus últimos animais.
sexta-feira, 8 de junho de 2007
Controversa
Várias coisas aconteceram após o incidente do contrabando, mas nunca conseguiram nos prender. Contudo, em dia escuro e nublado, Zé e eu estávamos a caminho da ilha de Folka, onde encontraríamos os anões que vendiam azeites enlatados. Eram 3:00am quando fomos surpreendidos por dois guardas de grande estatura, perguntaram de onde vinhamos, nossas respostas foram ao mesmo tempo, mas não foram as mesmas, logo, aqueles guardas perceberam que não éramos dali, e tentaram nos apreender, corremos até uma lagoa, onde nadamos até sua outra ponta, só quando saímos da água, percebemos que haviam dezenas de jacarés, e que tivemos muita sorte em termos sobrevividos, talvez, por Zé, que não sabia que não iríamos morrer naquele momento, ou levanto a hipótese de que os jacarés sabiam da grandeza de Zé, e não desperdiçariam a sua sabedoria, e poder que ele tinha, e o que viria a fazer pelo mundo tempos depois. Depois de uma longa conversa, Zé e eu treinamos o que diríamos para as pessoas, para que não disséssemos controversas como havia acontecido a pouco.
*Só quem tava pra entender
*Só quem tava pra entender
segunda-feira, 4 de junho de 2007
A Prisão
Citei várias vezes em que estava com glorioso Zé, mas nunca uma situação de real perigo, dessa vez, nós estávamos entrando na cidade de Malta, com nossa carroça carregada de vinhos holandeses e caudas de crocodilo, aquilo não era aceitável na época, mas não havia necessidade de nignuém nos proibir, no entanto foram mandados soldados para nos impedir de tal ação, era uma noite cinza, de lua cheia, sim, fomos abordados pelos soldados, eles viram toda mercadoria, e decididamente iriam nos matar, até que Zé, com sua gloriosa e estupenda voz, começou a dizer 'Bafômetro, Bafômetro', não bastou para que os guardas achassem que Zé estava louco, pois realmente ele estava, e fomos mandados para a cela, com intuito de ficarmos lá para sempre, existiam várias pessoas ali dentro, uma era José Candido Balalau, um homem muito inteligente e voraz.
Depois de dois dias, fomos avisados de que haveria uma guerra, e seríamos mandado para as Mandaras, onde seríamos sacrificados. Zé, no entanto teve a idéia de bebermos antes de sermos mortos, todas as garrafas de vinhos que com nós foram deixadas, bebemos tanto, que após esse feito, as caudas dos crocodilos serviram como armas para nossa rebelião, e assim nos livramos daquele castigo, seguindo para Delta, onde encontraríamos com Saraiva, para um torneio de Guash, no porão. Após esse tormento, sempre tivemos que andar cautelosos para não sermos pegos, e assim, estávamos por entre fios e dedos.
Depois de dois dias, fomos avisados de que haveria uma guerra, e seríamos mandado para as Mandaras, onde seríamos sacrificados. Zé, no entanto teve a idéia de bebermos antes de sermos mortos, todas as garrafas de vinhos que com nós foram deixadas, bebemos tanto, que após esse feito, as caudas dos crocodilos serviram como armas para nossa rebelião, e assim nos livramos daquele castigo, seguindo para Delta, onde encontraríamos com Saraiva, para um torneio de Guash, no porão. Após esse tormento, sempre tivemos que andar cautelosos para não sermos pegos, e assim, estávamos por entre fios e dedos.
quinta-feira, 31 de maio de 2007
Agora e Para Sempre
Zé nunca foi um homem, de juntar dinheiro para comprar alguma coisa, ele sempre observou tudo da maneira mais clara e simples, sim ele sempre foi um gênio, sempre quis viver feliz, satisfeito e sem preocupações, nunca se importou com o pensamento alheio, e nem com a inveja, era uma pessoa de muito caráter. A ganância para ele, era algo totalmente errado assim como a inveja e a infelicidade, ele precisava dos bons momentos da vida, nunca reservou nada para ter outro dia, ele sempre vivia o agora, o presente, aquilo que ele sempre quis foi se divertir enquanto pudesse, evitando todas as coisas que destruíssem isso. Certa vez estávamos em um bar, sim um pequeno bar, tomando umas bebidas quentes e fortes, e ele me disse com a mais clara e sincera voz ''dinheiro traz mais dinheiro, e com o dinheiro vem a dor de cabeça cara, vem infelicidade, inveja, ganancia, eu prefiro muito mais viver os bons momentos que o pouco dinhero pode pagar,do que transformar pouco dinhero em muito dinheiro. Eu sempre admirei zé, por essa sua grande humildade, ele tinha os olhos sempre muito próximos, eles estavam centrados naquele momento, precisava viver agora, não seria trágico, ele precisava que aquele fosse o melhor momento enquanto estivesse vivendo, eu o seguia sempre, tinha a cabeça sempre atada às suas idéias, e vivia para aquilo, o fato interessante de ser amigo de uma grande pessoa assim, é que não haveria momento em que eu iria ficar entediado, ou desanimado, pois precisávamos do melhor momento naquela hora, com a loucura e insanidade que fosse, mas iríamos percebendo que a vida nos proporciona tudo que precisamos, e assim, fazemos tudo que devemos, mas para Zé, aquilo tudo era divertido, era proveitoso e com o melhor rendimento possível, admiro Zé por essa sua grande humildade, e sinceridade para com sua vida, sim Zé seria uma das pessoas mais inteligentes que haveria no mundo, ele sabia que tudo deveria ser aproveitado ali, agora, sem medo de cair pra frente, pois se caírmos, podemos levantar, e continuar.
terça-feira, 29 de maio de 2007
Compreensão
Vários motivos me levaram a escrever as história do Mestre Zé, mas um, é o principal, um motivo que eu com certeza carrego comigo em todos os lugares, que é o motivo de compreensão da grande pessoa que foi esse homem. Ele era bastante quieto, mas algo também o libertava, ele era um grande companheiro, independente do que acontecesse, ele me acomapanhava, mesmo que fosse até as árvores planas, onde haviam lobos famintos, onde íamos para caçar tamanduás. Depois de muito tempo de amizade, e admiração, bom, ele disse ''Você me entende não é?'', aquilo marcou, pois eu sabia que o mestre estava certo, e se eu o entendia, podia entender o poder da vida, e tudo que existe, sim, eu teria o poder de desvendar todos os mistérios que quisesse, pois querendo ou não, e involuntariamente, Zé sabia de tudo, mesmo não sabendo de nada e fazendo tudo pela sua cabeça achando que estava errado, ele estava sempre certo, precisava apenas ser desvendado, agora, ele teria um tradutor, e ele sabia, que podia contar comigo sempre, e estava ali, pra sempre, para contar com seu apoio, e ele com a minha vontade de faze-lo entender sua vida. Depois disso, nos tornamos um o livro do outro, onde procurávamos entender o mundo, e seus mistérios, onde todoa filosofia de Zé, começou a se expandir.
segunda-feira, 28 de maio de 2007
Eternidade
Esse é mais um capítulo que eu trato da história do saudoso Zé, mas diferente das outras, esse dito bastante cômico em certas partes, ficou bastante marcado, pois me lembrei dele por umas duas semanas sem parar, hoje eu vivo sempre pensando o que ele quis dizer com aquilo. Bom, eram 7hras da manhã, de um domingo, nada como um bom peixe grelhado após uma madrugada embriagada, tudo estava normal, mas algo havia alterado Zé, não sei retratar bem o que era, mas estava em um copo, inclusive havia gelo nesse copo, bom, mas depois de tudo isso, Zé soltou uma voz toda em estardalhaços dizendo a pequena frase ''Vamo pra raaavee'', sim, foi bastante inusitado a sua fala, mas após muito tempo pensando, agente acaba por entender a sua situação procompólica (palavras de Saraiva), então vemos que tudo isso se define em fazermos da vida, uma eterna madrugada embriagada sem fim, tudo aquilo deveria ser eterno, sim, eterno, quer dizer pra sempre, sendo pra sempre, nunca ia acabar. Assim, digo que suas palavras, por mais simples que sejam, são eternas como essa sua observação, são de uma qualidade voraz e forte.
domingo, 27 de maio de 2007
Sentimento
Sim, Gênios e Mestres, eles também, eles também Amam, digo isso pois Zé também teve Amores, um deles, foi uma menina, qual Zé se encantou a primera vez que a avistou, e acabou não esquecendo desse momento, parecia o momento mais lindo para ele, tudo mudou desde então, sua vida se centrou Nela. Um tempo depois, eu acabo dizendo do sentimento de Zé para ela, e Zé acaba indo ao encontro dela, para expressar todo aquele gigante sentimento, era um fato muito relevante, tudo era bastante delicado, e ele sentia um Amor Demais por ela, mas ela.. ah, ela era uma garota sem coração, sim, ela não possuia sentimentos, deixava Zé ao relento, ele por ventura, nunca tomou nenhuma atitude, e continuou tentando, mas ela, ela só o maltratava, e fingia que ele era um invisível. Zé, pelo menos era um mestre, e soube destruir aquilo tudo em um momento só, foi em uma beira de lago, que ele disse ''Ela é linda demais, pena que atitudes não condizem, concordemos com a seguinte, ninguém é perfeito'', sim o mais grandioso mestre não era perfeito, não podia, pois então não seria mestre, foi assim que descobrimos sua verdadeira vocação de liderar, de dizer ao mundo, a verdadeira verdade verdadeira.
quarta-feira, 23 de maio de 2007
A Era Pós-Zé
Depois de vários acontecimentos, um novo caminho na estrada, e um grande sonho, nós eu, Zé e Saraiva, fomos ao bar da esquina, comer uma típica comida irlandesa, natural da França, eram umas duas da manhã, e estavamos selecionando as tampinhas das garrafas de café para reciclarmos, quando ouvimos vários rojões, sim, era a comemoração do Ano Novo, aquilo seria letal para as palavras de zé, mas ele sim, mais uma vez solta sua frase magnífica que revolucionaria os ano novos, a sua frase foi exclama assim: ''rhuan vo nessa que amanha eh um novo dia de um novo tempo que começo desde quando eu me conheço por gente essa música já ta ultrapassada'', aquilo fez com que os corações do mundo inteiro, fosse tomado por uma emoção fora do comum, as palavras de zé fizeram com que o ano novo, parasse, e voltassemos ao ano de 1913, sim, foi incrível, nossa vida passou por diante dos nossos olhos e vimos tudo fora do comum, a melhor senssação que já se foi mantida em uma comemoração de ano novo. Passados anos, aquela frase estava na TV, sim aquela frase que a mãe de zé e sua vó cantavam para ele, agora tocavam em todos os lugares no dia desta comemoração, não era mais um Ano Novo, era sim O Ano Novo, a era em que Zé havia tomado o rumo das novas distintas formas de se comemorar. Zé ao ver aquilo ficou demasiadamente chateado, havia ouvido aquilo a vida toda, estava farto de tudo aquilo, talvez isso tivesse influenciado na decadência da sua vida, anos depois.
terça-feira, 22 de maio de 2007
Tão Jovem, Tão Morto
Mais um dia para tratarmos as grandiosas palavras de Zé, eu me lembro quando eu estava na Inglaterra, sim, era eu Zé e mais nosso precioso amigo Saraiva, ele tinha acabado de salvar-nos de uma briga contra 8 ingleses eufóricos, pois não eramos dali. Dali surgiu um grande laço fraternal, que fomos vivendo diariamente nas terras inglesas, quando após uma grande briga, Zé ataca o adversário, e o faz cair no chão, sim, nesse momento ele disse uma de suas frases mais famosas no mundo todo, 'Tão Jovem, Tão morto', aquilo me fez sentir uma senssação que jamais havia sentido, percebemos que aquilo tinha se tornado o caos, e que poderíamos de qualquer forma vencer como quiséssemos, que tudo aquilo era bastante procompolico em termos acirrados com a nossa vida. Voltamos a nossa terra, agora trazendo um grande amigo inglês, e assim formou-se mais uma maneira de aniquilarmos as mediocridades profanas do mundo forasto.
segunda-feira, 21 de maio de 2007
Zé Psicótico
Bom, hoje eu irei citar nesse depoimento, a história qual significou um bocado imenso em minha vida, sim, Zé uma vez me surpreendeu, e citou os momentos em que mascava chicletes sem parar, ele disse, com essas palavras ''cara quando eu vejo um pacote de chicletes, eu nao consigo para de come eles ate acaba,achoque sou pscotico'', era uma noite escura, estavamos sentado na beira do lago, tomando nosso humilde tereré, aquelas palavras foram bastante acolhedoras, eu nunca havia ouvido tamanho sentimento, em uma só frase. O fato é que zé não era psicótico, ele apenas estava analisando a sociedade em sim, no fato de que chicletes viciam, que aquilo era extramamente glacial, e que as pontas dos seus dedos e seus dentes, estavam dilacerados com o uso dos chicletes, sim eles eram malfeitores em nossa história, haviam dominado Zé, ele agora tinha decidido que usaria das suas maneiras linguisticasa para acabar com o uso psicótico, sim, Zé se decidiu aquela hora, ele levantou e ergueu a voz, nunca havia visto tamanha decisão em uma só pessoa. Foi mais um momento em que me orgulhei de ter participado da vida desse grandioso homem, de poder narrar toda uma história de vida, qual eu sigo hoje.
domingo, 20 de maio de 2007
Zé, o Grande
Após vários estudos sobre a vida de Zé, o Grande, foi criado o blog que tratará a vida de zé e seus caminhos latinfundiários no modo de vida coloquial da palavra. Sim, eu passei minha juventude com este grande ser, e me lembro até hoje de suas palavras, pensamentos e ideologias, sobre as quais hoje eu vivo.
Tão Jovem, Tão Morto.
Tão Jovem, Tão Morto.
Assinar:
Comentários (Atom)

