domingo, 17 de junho de 2007

A Carta do Camelo

Lembro-me dos camelos, quais Zé, o grande, tinha de estimção, eram dois, Arvin e Meritor, garanto que ele nunca soube qual era macho e qual era fêmea, ele os tratava igualmente, sem restrição nenhuma, e tinha um amor imenso por seus camelos, mesmo quando eles fugiam e ele saia correndoi atrás deles, mesmo quando eles se prendiam no curral em qual ficavam, mesmo quando não queriam nem comer.. citando comda, houve a vez em que zé acertou um pedaço de pão na cabeça de um de seus camelos com a intenção de alimenta-los, garanto que ele nunca soube também se ele havia acertado em Arvin ou em Meritor, bom mas de qualquer forma acertou, e o fez ficar triste por um longo tempo, pois ele havia percebido que o camelo nunca mais foi o mesmo, mas viu-se que o camelo havia mudado por causa do comportamento de Zé, o camelo sentiu que Zé sentiu-se extremamente culpado e queria o verdadeiro Zé de volta, queria tê-lo como verdadeiro dono. Em um dia de chuva, Zé percebeu que os camelos nao estavam mais lá, ele apenas viu uma carta deixada no meio do curral, e saiu correndo para lê-la, sim.. era a carta deixada pelo camelo, dizendo que só voltaria em tempo que Zé mudasse, com certeza Zé sabia para onde ele havia ido, mas preferiu deixa-lo ser feliz, e deixa-lo identificar sua sexualidade, já que Zé mesmo não sabia, assim, Zé se sentiu mais aliviado, e foi quando se desapegou das coisas materiais, querendo sempre passar afeto a todas as pessoas e animais, sendo estes camelos, seus últimos animais.

sexta-feira, 8 de junho de 2007

Controversa

Várias coisas aconteceram após o incidente do contrabando, mas nunca conseguiram nos prender. Contudo, em dia escuro e nublado, Zé e eu estávamos a caminho da ilha de Folka, onde encontraríamos os anões que vendiam azeites enlatados. Eram 3:00am quando fomos surpreendidos por dois guardas de grande estatura, perguntaram de onde vinhamos, nossas respostas foram ao mesmo tempo, mas não foram as mesmas, logo, aqueles guardas perceberam que não éramos dali, e tentaram nos apreender, corremos até uma lagoa, onde nadamos até sua outra ponta, só quando saímos da água, percebemos que haviam dezenas de jacarés, e que tivemos muita sorte em termos sobrevividos, talvez, por Zé, que não sabia que não iríamos morrer naquele momento, ou levanto a hipótese de que os jacarés sabiam da grandeza de Zé, e não desperdiçariam a sua sabedoria, e poder que ele tinha, e o que viria a fazer pelo mundo tempos depois. Depois de uma longa conversa, Zé e eu treinamos o que diríamos para as pessoas, para que não disséssemos controversas como havia acontecido a pouco.

*Só quem tava pra entender

segunda-feira, 4 de junho de 2007

A Prisão

Citei várias vezes em que estava com glorioso Zé, mas nunca uma situação de real perigo, dessa vez, nós estávamos entrando na cidade de Malta, com nossa carroça carregada de vinhos holandeses e caudas de crocodilo, aquilo não era aceitável na época, mas não havia necessidade de nignuém nos proibir, no entanto foram mandados soldados para nos impedir de tal ação, era uma noite cinza, de lua cheia, sim, fomos abordados pelos soldados, eles viram toda mercadoria, e decididamente iriam nos matar, até que Zé, com sua gloriosa e estupenda voz, começou a dizer 'Bafômetro, Bafômetro', não bastou para que os guardas achassem que Zé estava louco, pois realmente ele estava, e fomos mandados para a cela, com intuito de ficarmos lá para sempre, existiam várias pessoas ali dentro, uma era José Candido Balalau, um homem muito inteligente e voraz.
Depois de dois dias, fomos avisados de que haveria uma guerra, e seríamos mandado para as Mandaras, onde seríamos sacrificados. Zé, no entanto teve a idéia de bebermos antes de sermos mortos, todas as garrafas de vinhos que com nós foram deixadas, bebemos tanto, que após esse feito, as caudas dos crocodilos serviram como armas para nossa rebelião, e assim nos livramos daquele castigo, seguindo para Delta, onde encontraríamos com Saraiva, para um torneio de Guash, no porão. Após esse tormento, sempre tivemos que andar cautelosos para não sermos pegos, e assim, estávamos por entre fios e dedos.